Víctimes del genocidi franquista. Ni oblit ni perdó: justícia

EL FÒRUM PER LA MEMÒRIA EN EL PERIÒDIC ITALIÀ "LA REPPUBLICA" I EN "RADIO VATICANA"

Se hacen eco de las declaraciones del Fòrum per la Memòria sobre el "santuario" de proporciones descomunales (tan del gusto de las grandes construcciones fascistas) que, en memoria "de los 226 mártires de la cruzada", está construyendo el arzobispado de Valencia en terrenos públicos, donados por el ayuntamiento de Valencia, mientras que no se les hace el mínimo reconocimiento a las 26.300 personas enterradas en las Fosas Comunes del cementerio (entre ellas miles de nenes y de nenas), todas ellas durante la represión franquista, en la que la iglesia católica tuvo tantas responsabilidades.

diumenge 8 de juliol de 2007

RÁDIO VATICANA, BRASIL. 04/07/2007 20.11.29

ESPANHA: CONSTRUÇÃO DE IGREJA DEDICADA A MÁRTIRES CATÓLICOS CAUSA POLÊMICAS

Valença, 03 jul (RV) - O arcebispo de Valença, na Espanha, Dom Augustín García-Gasco Vicente, quer construir uma igreja em honra dos 226 mártires valencianos assassinados durante os confrontos com os republicanos, em 1936, por causa do ódio pela fé.

Tal proposta causou grande polêmica em parte da imprensa e associações que defendem a "Memória histórica espanhola". Tudo iniciou em 11 de março de 2001, quando, na Praça São Pedro, João Paulo II beatificou os 226 valencianos mortos na guerra civil.

Agora, para homenagear os mártires, Dom García-Gasco Vicente deseja construir, perto da Cidade das Artes e das Ciências, uma paróquia dedicada aos bem-aventurados mártires valencianos. A obra será construída numa área de 3.233 metros quadrados, terá um sino que pesa 28 quilos e poderá abrigar 847 pessoas sentadas.

O jornal "El Pais" denunciou a parcialidade e a cumplicidade do administrador da Prefeitura. Segundo o jornal, essa decisão está em nítida contraposição com outras decisões tomadas anteriormente pela Prefeitura, que não demonstrava nenhum interesse pela "memória histórica".

O jornal ressalta que somente a decisão do Tribunal impediu a construção de nichos acima de uma vala comum, no cemitério da cidade, onde, segundo o Fórum da Memória Histórica de Valença, estariam sepultadas centenas de pessoas que foram justiçadas pelo franquismo, regime do generalíssimo Franco, baseado no fascismo, que durou de 1939 a 1975.

O presidente do Fórum, Amparo Salvador, "lamenta que a Igreja celebre somente os 226 mártires e não tenha mencionado as 26.300 pessoas vítimas do franquismo, entre as quais centenas de crianças, que foram descobertas nas valas comuns do cemitério de Valença". (MJ)

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